
Protestos no mundo inteiro,contra o ataque do Estados Ómodos da América, e o uso da força desmedida e desleal em relação ao Afeganistão estão a suceder-se um pouco pelo mundo inteiro India 27 de Outubro de 2001- Marcha na India pela Paz Convocada pelo Partido Comunista da India e ougras organizações de Esquerda Acções em Nova Iorque 07 de Outubro de 2001-Marcha pela paz Amherst/Northhampton, Mass. Five-college Students for a Peaceful Response have called for a walkout from classes on the first public announcement of military action. Rallies are planned for downtown Amherst and Northampton. Austin, Texas If attack begins during the day, gather at 11th and Congress at 5:30. If it begins at night, gather the next afternoon. Berkeley, Calif. Meet at 5 p.m. on the day after the bombing at the Berkeley BART station. Chicago Gather at 5 p.m. on the day of any act of war at Daley Plaza (Washington and Dearborn). Columbia University/Morningside Heights If bombing is announced before noon or late the previous night, gather at noon on College Walk to march to Army Recruiting Center. If bombing is announced in the afternoon, gather at 8 p.m. at College Walk. Columbus, Ohio On the day that bombing starts, meet at 4:30 p.m. in front of the Columbus Metropolitan Library at 96 S. Grant Ave. and march to the State House (Broad and High) for a rally (If bombs begin to fall after this time, meet the following day). Oakland, Calif. Meet at 5 p.m. on the day of the bombing in San Francisco for the rally at Powell and Market. San Diego In the event of war, gather at the San Diego Federal Building (corner of Front and Broadway) at the next 5 p.m. hour. San Francisco Gather at 5 p.m. the day that the U.S. begins bombing/invading (or the next day, if U.S. action occurs after 5 p.m). Meet at Powell and Market in downtown SF and march to Justin Herman Plaza. San Francisco State University Meet at noon on the day of bombing at Malcolm X Plaza. Stanford University Meet at 4:30 p.m. on the day of military action, in White Plaza. (If bombings occur after 5 p.m., we will gather the following day.) From White Plaza, carpools will go to demonstrations in San Francisco and Palo Alto. A smaller demonstration will take place in White Plaza (or other location to be decided). To get on phone tree, e-mail name and number to its@stanford.edu. EAST COAST BALTIMORE | OCTOBER 7 Protest Bush's War on "Terrorism" Meet at 3 p.m. at the war memorial across from City Hall for a demonstration. Call 410-323-7200 for information NEW YORK | OCTOBER 7 March and Rally Against War and Racist Backlash Assemble at Union Square at 3 p.m. and march to Bryant Park for a rally with speakers. Call 212-228-0450 for information | Click for information PRINCETON, N.J. | OCTOBER 7 Not In Our Name Candlelight Vigil Gathering and vigil to promote peace and nonviolence, held in conjunction with a national day of action for peace. Called by the Princeton Peace Network. At 6 p.m. at Firestone Library Plaza at Princeton University. MID WEST CHICAGO | OCTOBER 7 Peace Vigil As part of a National Day for Peace Response. Meet at 5 p.m., at Buckingham Fountain. Call 312-427-2533 for information COLUMBUS, Ohio | OCTOBER 7 Antiwar Coalition Meeting At 5 p.m., Buckeye Suite CDE, on the 3rd floor of the Ohio Union. WEST COAST SAN FRANCISCO | OCTOBER 7 The Case Against the War: What the Media Doesn't Tell You A teach-in featuring Alexander Cockburn, Counterpunch; Tania Farzana, Revolutionary Afghan Women's Alliance; Eyad Kishawi, American Arab Anti-Discrimination Committee; journalist Christian Parenti; Joel Beinin, Stanford professor of Middle East Studies; Medea Benjamin, Global Exchange; and a representative from the 911 Solidarity Committee. With special musical guest Utah Phillips. At 4:30 p.m., Mission High School Auditorium (18th and Dolores). Donation requested. Call 415-675-5826 for information At 10:38 AM -0700 10/7/01, Phil Gasper wrote: Date: Sun, 07 Oct 2001 10:17:34 -0700 From: Peninsula Peace & Justice Center <ppjc@peaceandjustice.org Reply-To: ppjc@peaceandjustice.org Organization: http://www.peaceandjustice.org X-Accept-Language: en To: alerts@peaceandjustice.org Subject: [PPJC Alerts] WAR STARTS The U.S. has begun to attack Kabul and Kandahar, Afghanistan. EMERGENCY PROTEST DEMONSTRATION NO MORE VICTIMS -- STOP THE WAR TODAY - SUNDAY, OCTOBER 7 Avante jornal do PCP-4 de Outubro de 2001 Milhares de pessoas manifestaram-se em várias cidades europeias respondendo aos apelos de diversas organizações contra a «guerra imperialista». Na passada quinta-feira milhares de manifestantes desfilaram desde o centro de Atenas até ao parlamento grego, respondendo ao apelo do Partido Comunista Grego (KKE) contra a «guerra imperialista». Os manifestantes gritaram palavras de ordem como «Americanos assassinos dos povos», «hoje como ontem, os terroristas são os imperialistas» e «os povos não são terroristas», informou a agência Lusa sexta-feira. Constituída por uma maioria de simpatizantes comunistas, mas também por militantes da extrema-esquerda e anti-mundializaçäo, a multidão, onde se viam muitos jovens, era precedida por uma fila de mulheres vestidas de negro com cartazes proclamando «terrorismo = NATO + CIA». Palavras de ordem tais como «Não à guerra dos imperialistas», e «Bush é o terrorista», «Não ao terrorismo mundial da NATO, UE e EUA», figuravam nos cartazes. No final do protesto, os manifestantes entregaram no parlamento uma moção reclamando a suspensão «das preparações de guerra», a oposição a qualquer envolvimento do país, e denunciando a «ameaça de uma violação das liberdades populares». «Esta manifestação do KKE está no quadro da legalidade, mas é claro que o nosso governo, os partidos políticos e o povo tomaram claramente posição na luta contra o terrorismo», fizera questão de sublinhar o porta-voz do governo, Dimitri Reppas. Similares demonstrações de protesto tiveram, também, lugar em outras cidades gregas como Chania, Ionnina, Arta, Kavala, Patra, Kalamata, Volos e Thessaloniki. Entretanto, um dos maiores jornais da Grécia o «Ta NEA» publicou esta semana um inquérito feito à população onde se colocava a questão da intervenção militar dos EUA no Afeganistão: 86,2 por cento da população está contra; 7,7 por cento são a favor e 6 por cento não responderam. Em relação à participação da Grécia nas operações da NATO, as respostas foram as seguintes: 72,1 por cento estão contra; 21,3 por cento são a favor e 6,6 por cento dos inquiridos não responderam. Em defesa dos povos No passado fim-de-semana, cerca de seis mil pessoas manifestaram-se em Amesterdão, respondendo ao apelo de organizações pacifistas, de partidos políticos e grupos religiosos, agrupados numa «Plataforma contra a nova guerra» no Afeganistão. Frases como «não à guerra», «Islão não é inimigo» podiam ser lidas nas brochuras distribuídas pelos manifestantes, que fizeram um minuto de silêncio pelas vítimas dos atentados a Nova Iorque e Washington. Já em Genebra, mais de duas mil pessoas protestaram também contra as operações militares no Afeganistão, em frente à sede das Nações Unidas na Europa. Na cidade de Paris, uma multidão manifestou-se pelo «direitos das mulheres no Afeganistão» e sublinharam que as represálias dos EUA no Afeganistão vão fazer, decerto, mais vítimas
Acções contra a guerra Intervenções Militares dos EUA desde os os tempos de George Whasginton, referencias do Partido Comunista Brasileiro |
Intervenções militares dos EUA desde George Washington Quinta, 04 de outubro de 2001, 16h32 Os Estados Unidos, que se preparam para uma ação bélica no Afeganistão, realizaram numerosas intervenções militares no exterior desde 1789, época da eleição de George Washington como presidente. Seguem as principais: Guerra anglo-americana - Causada pela vontade britânica de pôr fim ao comércio entre Estados Unidos e França e pelo desejo dos Estados Unidos de fazer respeitar o direito à neutralidade. Guerra contra o México (1846-1848) - Originada pela anexação pelos Estados Unidos da República do Texas. Guerra hispânico-americana (1898) - A explosão misteriosa do encouraçado "Maine" dia 15 de fevereiro na baía de Havana originou a guerra que marcou a emergência dos Estados Unidos como potência mundial. Nicarágua (1912 a 1933) - Os Estados Unidos invocam desordens internas para ocupar o país. Seus soldados se retiram em 1933. Haiti (1915) - Em julho, marines desembarcam no país dizendo que iam ensinar democracia aos haitianos: 19 anos de ocupação. Primeira Guerra Mundial (1914-1918) - Os Estados Unidos entram no conflito dia 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil mortos. Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - Os Estados Unidos declaram guerra ao Japão dia 8 de dezembro de 1941 e a Alemanha e Itália, dia 11. As perdas americanas se elevam a 300 mil mortos. Guerra da Coréia (1950-1953) - A guerra, conduzida em nome das Nações Unidas, é dirigida pelos Estados Unidos, que perderam 33 mil homens. Suez (1956) - Durante os combates no Canal de Suez, a Sexta Frota dos Estados Unidos evacua 2.500 americanos que residiam na zona. Os americanos obrigam a coalizão franco-israelense-britânica a retirar-se da região do Canal. Líbano (15 de julho de 1958) - 3.200 marines desembarcam nas praias libanesas para "proteger as vidas americanas e dar assistência ao governo do Líbano". Vietnã (1961-1975) - A guerra torna-se um fracasso para as forças armadas americanas que chegam a enviar até 550 mil homens, tendo perdido 55 mil soldados. República Dominicana (abril-setembro de 1965) - Trinta mil marines e pára-quedistas desembarcam em Santo Domingo para lutar contra o "perigo comunista". A República Dominicana foi ocupada antes pelos americanos de 1916 a 1924. Irã (25 de abril de 1980) - Fracassa um ataque lançado para libertar 52 reféns americanos detidos na embaixada dos Estados Unidos em Teerã. Líbano (outubro-dezembro de 1983) - Os americanos bombardeiam posições sírias no Líbano depois de acusar a Síria por um atentado contra o quartel geral americano em Beirute que custou a vida a 239 soldados dia 23 de outubro. Granada (1983) - Dia 25 de outubro desembarcam 1,9 mil soldados na ilha de Granada onde o primeiro-ministro acabava de ser assassinado por um grupo de extrema esquerda. A intervenção foi decidida a pedido da Organização de Estados do Caribe Oriental (OECS). Líbia (15 de abril de 1986) - Os Estados Unidos bombardeiam Trípoli e Bengazi depois de vários atentados contra americanos. Panamá (1989) - Dia 20 de dezembro os americanos invadem o Panamá sob a justificativa de querer proteger a vida de cidadãos americanos e prender o homem forte do país, general Manuel Antônio Noriega. Guerra do Golfo (janeiro-fevereiro de 1991) - Operação "Tempestade do deserto" sob o patrocínio das Nações Unidas para a "libertação do Kuwait", ocupado desde agosto de 1990 pelo exército iraquiano. Mais de 500 mil soldados americanos participaram da operação. A partir de 1993, americanos e britânicos passaram a bombardear pontualmente o Iraque. Somália (1992) - Operação lançada em dezembro de assistência a organizações humanitárias. A ONU toma em seguida o comando das operações. Em outubro de 1993, as tropas americanas sofrem uma derrota e se retiram em março de 1994. Retornam brevemente a Mogadiscio em fevereiro de 1995 para cobrir a retirada de 8 mil "capacetes azuis". Afeganistão e Sudão (20 de agosto de 1998) - Em resposta a dois atentados antiamericanos, foram bombardeadas simultaneamente uma base terrorista islamita no Afeganistão e um laboratório farmacêutico sudanês de Cartum suspeito de produzir armas químicas. Kosovo (março de 1999) - Sob o patrocínio da OTAN, tropas americanas bombardeiam o território da ex-Iugoslávia até a retirada das forças sérvias de Kosovo. Os Estados Unidos também realizaram operações militares de menor envergadura como parte de operações combinadas, como por exemplo, a destruição de aviões militares líbios em 1981 e 1989 ou o ataque a um navio iraniano em 1987. Também intervieram para proteger a evacuação de populações civis americanas como na Libéria em 1996. Os Estados Unidos lançaram também operações com objetivos humanitários, como por exemplo em Ruanda em 1994, e participaram militarmente de várias missões da ONU, como no Líbano em 1982. Ousar Lutar, Ousar Vencer.

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